Blog da professora Elizete Carlos



BRASIL, Norte, JI-PARANA, Parque São Ped, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, Livros
Outro -
border=0
 
   Arquivos

 
border=0
Outros sites

 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis


Votação
Dê uma nota para meu blog



border=0
 


Alunos dos 3° anos, atenção para a dica de Redação do ENEM.

Fonte: http://www.enem.inep.gov.br

A proposta de redação do ENEM


          O tema da redação do Enem muda a cada ano. Sempre são propostos temas atuais, que têm a ver com a realidade do próprio estudante que faz a prova. Antes de partir para a escrita, o participante é instigado a refletir sobre o tema por meio de textos de outros autores.

As competências na redação

 

Demonstrar domínio da língua culta: você deve usar a norma-padrão da língua portuguesa, que é o registro adequado para um texto formal como a dissertação. Serão examinadas concordância das palavras, regência, pontuação, flexão, ortografia e pontuação.

 

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos de várias áreas do conhecimento para desenvolver um tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo: para construir seu texto, você pode buscar informações em todas as áreas do conhecimento, desde que não fuja da proposta. Feita a seleção de dados, é hora de construir relações entre os conceitos, interpretá-los e, assim, montar sua dissertação.

 

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista: o que conta não é a quantidade de informações, mas a qualidade. Você deve buscar informações em seu repertório de conhecimento e só usar o que é interessante para abordar o tema.

Demonstrar conhecimento dos mecanismos lingüísticos necessários para a construção da argumentação: esta competência se relaciona à defesa do seu ponto de vista de forma articulada, baseado em argumentos fortes e consistentes.

 

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, demonstrando respeito aos direitos humanos: você deve pensar em propostas inteligentes para lidar com o tema abordado e apresentá-las de forma clara e convincente. O foco principal é o respeito aos valores humanos.


Escrito por Elizete Carlos às 18h39
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Um pouco mais sobre: A PROVA DE REDAÇÃO DO ENEM

 

            A redação é parte integrante da prova do Enem, por isso é importante não deixar de fazê-la. Além de avaliar sua competência de leitura e escrita, os participantes estarão garantindo um melhor resultado no exame.

            A competência de leitura será avaliada por meio da correta compreensão da proposta. Como se sabe, a proposta de redação do Enem não se resume ao tema.

            Há um conjunto de pequenos textos, verbais e não-verbais, que constitui um contexto no qual está inserido o tema. Deixar de ler ou mesmo ler de forma errada ou desatenta os textos pode levar o participante a desenvolver um tema diferente do que foi proposto, o que implicará a desconsideração de seu texto.

            É importante ainda saber que o desenvolvimento do texto deve ser feito na estrutura dissertativo-argumentativa; caso contrário, a redação será também desconsiderada.

            A dissertação está relacionada com a defesa de um ponto de vista, de uma opinião e, para isso, é preciso saber argumentar.

            Embora tenha o mesmo peso que as demais para a constituição da média de redação, essa competência acaba tendo uma maior relevância, uma vez que o não-atendimento do que ela determina resulta na desconsideração do texto não só nessa competência como nas demais, o que significa que a redação terá nota zero.

             Outro aspecto avaliado na redação é o da variedade lingüística utilizada. Para o desenvolvimento do tema proposto, é necessário o uso da língua escrita culta, ou, em outras palavras, do português escrito padrão.

            Para evitar deslizes ortográficos ou mesmo desvios gramaticais, como de concordância ou regência, recomenda-se que o aluno escreva antes um rascunho e só depois de uma boa revisão passe sua redação a limpo no espaço adequado.

            Pela competência III (Defender um ponto de vista por meio da seleção, organização e interpretação de informações, fatos, opiniões e argumentos), considera-se a coerência ou a boa formação do texto, que depende não só de conhecimentos lingüísticos, mas também do chamado “conhecimento do mundo”.



Escrito por Elizete Carlos às 18h38
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






            A competência IV (Fazer uso adequado dos recursos léxicos e gramaticais necessários para a construção da argumentação) irá revelar a capacidade de articular as partes do texto.

            Aqui é importante o uso correto dos mecanismos articulatórios da língua, os instrumentos de coesão, como os conectivos, os tempos verbais, a pontuação etc.

            Por fim, temos a competência V (Elaborar proposta que contribua para a solução do problema tratado no texto, respeitando os valores humanos e a pluralidade cultural). O que o participante deve fazer é incluir em seu projeto de texto uma proposta de intervenção para a solução do problema tratado no texto.

            Essa competência é reveladora da capacidade de reflexão crítica sobre a realidade e da participação responsável nas mudanças necessárias dessa realidade. Ao incluir essa competência em seu exame, o Enem sinaliza para o papel da escola como formadora de cidadãos.

            A proposta de redação inclui ainda algumas recomendações, como a que se refere ao número de linhas. É difícil imaginar um texto com um mínimo de consistência argumentativa com menos de 15 linhas.

            Outra recomendação explícita diz respeito ao gênero a ser utilizado. O texto deve ser escrito em prosa e não em verso. Seria difícil uma avaliação objetiva e uniforme de textos em forma de poema.

            Deve se evitar ainda redações em forma de diálogo, pois esse tipo de estrutura é mais freqüente na narração do que na dissertação.

            Embora não haja na prova recomendação quanto ao tipo de letra a ser usado, é evidente que o texto precisa apresentar um mínimo de legibilidade. Se os participantes do Enem  levarem em conta todas essas recomendações, por certo terão um bom desempenho na prova de redação.



Escrito por Elizete Carlos às 18h37
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






10 Dicas para uma boa redação

Por Reginaldo Pinto de Carvalho*

1. Mantenha-se atualizado em relação aos grandes problemas brasileiros (sociais, políticos, culturais, ambientais etc.), lendo revistas e jornais. Só assim você enriquecerá seu repertório de informações e argumentos para opinar, de forma consistente, sobre o tema proposto.

2. Procure conhecer o modelo de redação do ENEM, tomando contato com as propostas dos exames anteriores e, se possível, desenvolva essas propostas a título de exercício. Peça que seu professor de língua portuguesa avalie seu desempenho.

3. Na hora da prova, leia com a máxima atenção a proposta apresentada, procurando entender o que dizem os textos que a compõem. Lembre-se de que esses textos não podem ser ignorados no desenvolvimento de sua redação.

4. Ao desenvolver seu texto, você deve fazê-lo por meio de uma dissertação argumentativa e não de uma narração. Evite escrever em forma de diálogo.

5. Use a língua escrita culta, ou, em outras palavras, o português escrito padrão. Evite, pois, a linguagem popular ou a gíria.

6. Ao redigir seu texto, além de expor informações e argumentos, procure se posicionar diante da situação-problema presente na proposta.

7. Faça antes um rascunho e, na hora de passar a limpo seu texto, proceda a uma boa revisão.

8. Desenvolva seu texto com coerência e de forma bem articulada. Esses dois aspectos também serão avaliados e receberão nota.

9. Não se esqueça de incluir em seu projeto de texto uma proposta de solução para o problema tratado no texto.

10. Escreva no mínimo 15 linhas e use uma letra legível.



Escrito por Elizete Carlos às 18h35
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Olá, alunos!

Selecionei esse material abaixo sobre interpretação e tipos de texto. Acredito que isso o ajudará em seu processo de produção. Bom estudo!

 

INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

Para ler e entender um texto é preciso atingir dois níveis de leitura:

Informativa e de reconhecimento;

Interpretativa.

A primeira deve ser feita cuidadosamente por ser o primeiro contato com o texto, extraindo-se informações e se preparando para a leitura interpretativa. Durante a interpretação grife palavras-chave, passagens importantes; tente ligar uma palavra à idéia-central de cada parágrafo.

A última fase de interpretação concentra-se nas perguntas e opções de respostas. Marque palavras com NÃO, EXCETO, RESPECTIVAMENTE, etc, pois fazem diferença na escolha adequada.

Retorne ao texto mesmo que pareça ser perda de tempo. Leia a frase anterior e posterior para ter idéia do sentido global proposto pelo autor.

ORGANIZAÇÃO DO TEXTO E IDÉIA CENTRAL

Um texto para ser compreendido deve apresentar idéias seletas e organizadas, através dos parágrafos que é composto pela idéia central, argumentação e/ou desenvolvimento e a conclusão do texto.

Podemos desenvolver um parágrafo de várias formas:

Declaração inicial;

Definição;

Divisão;

Alusão histórica.

Serve para dividir o texto em pontos menores, tendo em vista os diversos enfoques. Convencionalmente, o parágrafo é indicado através da mudança de linha e um espaçamento da margem esquerda.

Uma das partes bem distintas do parágrafo é o tópico frasal, ou seja, a idéia central extraída de maneira clara e resumida.

Atentando-se para a idéia principal de cada parágrafo, asseguramos um caminho que nos levará à compreensão do texto.

OS TIPOS DE TEXTO

Basicamente existem três tipos de texto:

Texto narrativo;

Texto descritivo;

Texto dissertativo.

Cada um desses textos possui características próprias de construção.

DESCRIÇÃO

Descrever é explicar com palavras o que se viu e se observou. A descrição é estática, sem movimento, desprovida de ação. Na descrição o ser, o objeto ou ambiente são importantes, ocupando lugar de destaque na frase o substantivo e o adjetivo.

O emissor capta e transmite a realidade através de seus sentidos, fazendo uso de recursos lingüísticos, tal que o receptor a identifique. A caracterização é indispensável, por isso existe uma grande quantidade de adjetivos no texto.

Há duas descrições:

Descrição denotativa

Descrição conotativa.

DESCRIÇÃO DENOTATIVA

Quando a linguagem representativa do objeto é objetiva, direta sem metáforas ou outras figuras literárias, chamamos de descrição denotativa. Na descrição denotativa as palavras são utilizadas no seu sentido real, único de acordo com a definição do dicionário.

Exemplo:

Saímos do campus universitário às 14 horas com destino ao agreste pernambucano. À esquerda fica a reitoria e alguns pontos comerciais. À direita o término da construção de um novo centro tecnológico. Seguiremos pela BR-232 onde encontraremos várias formas de relevo e vegetação.

No início da viagem observamos uma típica agricultura de subsistência bem à margem da BR-232. Isso provavelmente facilitará o transporte desse cultivo a um grande centro de distribuição de alimentos a CEAGEPE.

DESCRIÇÃO CONOTATIVA

Em tal descrição as palavras são tomadas em sentido figurado, ricas em polivalência.

Exemplo:

João estava tão gordo que as pernas da cadeira estavam bambas do peso que carregava. Era notório o sofrimento daquele pobre objeto.

Hoje o sol amanheceu sorridente; brilhava incansável, no céu alegre, leve e repleto de nuvens brancas. Os pássaros felizes cantarolavam pelo ar.

NARRAÇÃO

Narrar é falar sobre os fatos. É contar. Consiste na elaboração de um texto inserindo episódios, acontecimentos.

A narração  difere da descrição. A primeira é totalmente dinâmica, enquanto a segunda é estática e sem movimento. Os verbos são predominantes num texto narrativo.

O indispensável da ficção é a narrativa, respondendo os seus elementos a uma série de perguntas:

Quem participa nos acontecimentos? (personagens);

O que acontece? (enredo);

Onde e como acontece? (ambiente e situação dos fatos).

Fazemos um texto narrativo com base em alguns elementos:

O quê? - Fato narrado;

Quem? – personagem principal e o anti-herói;

Como? – o modo que os fatos aconteceram;

Quando? – o tempo dos acontecimentos;

Onde? – local onde se desenrolou o acontecimento;

Por quê? – a razão, motivo do fato;

Por isso: - a conseqüência dos fatos.

No texto narrativo, o fato é o ponto central da ação, sendo o verbo o elemento principal. É importante só uma ação centralizadora para envolver as personagens.

Deve haver um centro de conflito, um núcleo do enredo.

A seguir um exemplo de texto narrativo:

Toda a gente tinha achado estranha a maneira como o Capitão Rodrigo Camborá entrara na vida de Santa Fé. Um dia chegou a cavalo, vindo ninguém sabia de onde, com o chapéu de barbicacho puxado para a nuca, a bela cabeça de macho altivamente erguida e aquele seu olhar de gavião que irritava e ao mesmo tempo fascinava as pessoas. Devia andar lá pelo meio da casa dos trinta, montava num alazão, trazia bombachas claras, botas com chilenas de prata e o busto musculoso apertado num dólmã militar azul, com gola vermelha e botões de metal.

(Um certo capitão Rodrigo – Érico Veríssimo)

A relação verbal emissor – receptor efetiva-se por intermédio do que chamamos  discurso. A narrativa se vale de tal recurso, efetivando o ponto de vista ou foco narrativo.

Quando o narrador participa dos acontecimentos diz-se que é narrador-personagem. Isto constitui o foco narrativo da 1ª pessoa.

Exemplo:

Parei para conversar com o meu compadre que há muito não falava. Eu notei uma tristeza no seu olhar e perguntei:

- Compadre por que tanta tristeza?

Ele me respondeu:

- Compadre minha senhora morreu há pouco tempo. Por isso, estou tão triste.

Há tanto tempo sem nos falarmos e justamente num momento tão triste nos encontramos. Terá sido o destino?

Já o narrador-observador é aquele que serve de intermediário entre o fato e o leitor. É o foco narrativo de 3ª pessoa.

Exemplo:

O jogo estava empatado e os torcedores pulavam e torciam sem parar. Os minutos finais eram decisivos, ambos precisavam da vitória, quando de repente o juiz apitou uma penalidade máxima.

O técnico chamou Neco para bater o pênalti, já que ele era considerado o melhor batedor do time.

Neco dirigiu-se até a marca do pênalti e bateu com grande perfeição. O goleiro não teve chance. O estádio quase veio abaixo de tanta alegria da torcida.

Aos quarenta e sete minutos do segundo tempo o juiz finalmente apontou para o centro do campo e encerrou a partida.

Fonte: http://www.juliobattisti.com.br/tutoriais/josebferraz/interpretacaotexto001.asp



Escrito por Elizete Carlos às 18h15
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






FORMAS DE DISCURSO

Discurso direto;

Discurso indireto;

Discurso indireto livre.

DISCURSO DIRETO

É aquele que reproduz exatamente o que escutou ou leu de outra pessoa.

Podemos enumerar algumas características do discurso direto:

- Emprego de verbos do tipo: afirmar, negar, perguntar, responder, entre outros;

- Usam-se os seguintes sinais de pontuação: dois-pontos, travessão e vírgula.

Exemplo:

O juiz disse:

- O réu é inocente.

DISCURSO INDIRETO

É aquele reproduzido pelo narrador com suas próprias palavras, aquilo que escutou ou leu de outra pessoa.

No discurso indireto eliminamos os sinais de pontuação e usamos conjunções: que, se, como, etc.

Exemplo:

O juiz disse que o réu era inocente.

DISCURSO INDIRETO LIVRE

É aquele em que o narrador reconstitui o que ouviu ou leu por conta própria, servindo-se de orações absolutas ou coordenadas sindéticas e assindéticas.

Exemplo:

Sinhá Vitória falou assim, mas Fabiano franziu a testa, achando a frase extravagante. Aves matarem bois e cavalos, que lembrança! Olhou a mulher, desconfiado, julgou que ela estivesse tresvariando”. (Graciliano Ramos).



Escrito por Elizete Carlos às 18h14
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Português: uma só língua?


“O destino não é só dramaturgo, é também o seu próprio contra-regra (...)”.
Essa frase de Dom Casmurro (1899), clássica obra de Machado de Assis, provavelmente terá sua ortografia considerada incorreta em questão de tempo.
Basta que entre em vigor o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, um tratado internacional que busca a unificação do idioma e que passará a valer assim que Portugal o valide.
Esse acordo deu seus primeiros passos em 1990 e envolve oito países de língua portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
A intenção é que com a mudança das normas passe a existir um dicionário único da língua portuguesa, que facilite a expansão e o fortalecimento do idioma e seu uso em eventos internacionais.
A mudança afetará a escrita de aproximadamente 230 milhões de pessoas que falam o mesmo idioma, só que, atualmente, com mais de uma ortografia oficial. A estimativa é que 1,6% do vocabulário de Portugal e 0,5% do brasileiro sofram alterações. No Brasil, o Ministério da Educação acredita que levará cerca de um ano para adaptar os livros didáticos às mudanças da grafia.

>> Será que essa idéia vai vingar? Deixe o seu comentário a respeito do assunto.

 http://www.portalpositivo.com.br



Escrito por Elizete Carlos às 18h01
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Iniciei um trabalho com alunos de 8ª série,  leitura de livros literários. Com o objetivo não só de leitura, mas também, uma volta ao passado com um olhar literário.

Foram adotados dez livros: Luzia homem, Iracema, Helena, A Moreninha, Lucíola dentre outros.Os alunos deverão fazer a leitura e enfocar a figura feminina. Sua época, seus costumes, a sociedade em que viviam, os avanços, os retrocessos, como se vestem, como enfrentam os problemas, se há intolerância religiosa, discriminação racial ou de qualquer espécie.           



Escrito por Elizete Carlos às 15h56
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






 Vivemos em um mundo bem mais difícil do que no passado. No

mundo moderno a velocidade com que tudo ocorre é espetacular, porém temos que nos adaptar. Às vezes, chegamos a pensar que nunca vamos acompanhar a essa nova maneira de ensinar e aprender. Não podemos esquecer que sempre é possível desde que tenhamos boa vontade.



Escrito por Elizete Carlos às 15h04
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Olá pessoal! Nem acredito! Estou blogando!!!

Escrito por Elizete Carlos às 16h32
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






[ ver mensagens anteriores ]
border=0